• Jefferson Silva

Será que eu tenho burnout?



Síndrome de burnout


Você já chorou no trabalho? Já fugiu para o banheiro tentando aliviar um peso desumano sobre o seu corpo? Vive estressado e cansado, buscando o tempo todo se esconder ou simplesmente largar tudo?

Se isso soa familiar, esse pequeno texto é para você!

Se após uma apresentação de resultados ou depois de um feedback na sua empresa, você se sente esgotado, consumido por um descontentamento e sensação de incapacidade, talvez até se perguntando: O que estou fazendo da minha vida? Você pode estar com síndrome de burnout!


Já ouviu falar em síndrome de burnout?


Aposto que sim! Esse termo vem se tornando cada vez mais popular. A síndrome de burnout (ou síndrome do esgotamento profissional) normalmente apresentada de forma reduzida, simplesmente por “burnout. É uma palavra inglesa que de forma mais literal, sua tradução seria algo como “queima total”. Mas a tradução que talvez melhor descreva esse estado é “esgotamento completo”.


O que é burnout?


O burnout foi empregado pelo psicanalista americano Herbert Freudenberger na década de 70, utilizado para descrever pacientes com problemas de gerenciamento nos trabalhos. Ou seja, aqueles pacientes com excesso de trabalho, estresse, competitividade ou demasiada pressão por resultados.


Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o burnout é um estresse crônico que aparece após situações desgastantes no trabalho e pode surgir em todas as profissões, porém é mais comum em atividades com relações interpessoais, principalmente quando associadas com o estresse e cobrança, como por exemplo: Professores, médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais e operadores de telemarketing.


Mulheres sobrecarregadas, que têm dupla ou até tripla jornada correm um risco maior de desenvolver o burnout, uma pesquisa realizada em 2019 pela International Stress Management Association (ISMA), mostrou que quase uma terço dos trabalhadores no mundo apresentaram burnout, quando observado apenas as mulheres, esse valor sobe para 42%.


Será que eu tenho síndrome de burnout?


Quando pensamos em burnout, o sintoma que sintetiza essa doença é o esgotamento físico e emocional, mas a lista é imensa e por isso o diagnóstico deve ser realizado por profissionais da área da saúde mental. Devido as similaridades e sobreposição de outros quadros (como ansiedade e depressão) o burnout pode ser facilmente confundida com outros transtornos.


Quais são os sintomas da síndrome de burnout?


Os sintomas da Síndrome de Burnout são tão extensos que chega a confundir com outras doenças. Esses sintomas na maioria dos casos aparecem de forma mais leve e vai ficando cada vez mais pesado quase sempre associado à outros transtornos.


Fique atento aos sintomas mais comuns abaixo:


  • Cansaço extremo (mental e físico);

  • Isolamento e/ ou agressividade

  • Desânimo e/ ou Irritabilidade;

  • Dificuldade de concentração;

  • Falhas na memória e/ ou concentração;

  • Pessimismo e/ ou sensação de incapacidade;

  • Dores de cabeça e pelo corpo;

  • Sudorese e/ou palpitações;

  • Alterações no sono;

  • Distúrbios gastrintestinais;

  • Alterações no apetite: sentir mais ou menos fome;

  • Sentimentos de fracasso e insegurança;

  • Problemas no sistema gastrointestinal (estômago e intestino);

  • Distúrbios sexuais.


O que causa a síndrome de burnout?


São as condições físicas e psicológicas do ambiente de trabalho. Na maioria das vezes está relacionado ao excesso de trabalho e pressão por metas, que quase sempre são inalcançáveis. Também pode estar relacionado a exposição constante às situações estressantes ou até mesmo a dificuldade ou incapacidade de realizar certas tarefas.


Dicas para prevenção para burnout.


Apesar de ser a mais óbvia é importante avaliar se o seu trabalho faz sentido para você. E se perguntar: Eu gosto do que eu faço? Quais são os benefícios? E principalmente: Consigo me ver realizando outra atividade? Caso o saldo seja positivo, será necessário traçar estratégias para controlar o estresse na realização das suas tarefas.


  1. Se você pretende sair do trabalho ou até migrar de carreira, comece agora esse planejamento. O que eu posso fazer hoje que me deixará mais próximo desse objetivo?

  2. Comece qualquer planejamento pelas metas de curto prazo e quanto ao que não depende de você, simplesmente desconsidere. Foque no que você pode fazer!

  3. Não é saudável exagerar nessas metas, você já deve ter pressão o suficiente para saber que isso não é positivo.

  4. Também não é saudável se aproximar de pessoas negativas e que constantemente falem mal do ambiente de trabalho. Agora o momento é de pensar positivamente, pelo menos para afastar as ideias negativas.

  5. Fora do trabalho, procure se lembrar das atividades que você fazia e não faz mais. Sempre que possível se envolva nessas atividades com a família e/ou amigos. Caso não tenha, mantenha a mente aberta para novos lugares e experiências.

  6. Fuja das drogas lícitas ou ilícitas, em situações de grande estresse algumas pessoas, utilizam essas substâncias como uma “fuga” da realidade. E nesse caso, a probabilidade da doença se agravar é muito grande.

  7. As pessoas normalmente acreditam que a mente e o corpo são coisas separadas, porém sabemos que não é, o organismo deve receber atenção como um todo. Por isso busque ajuda de um profissional da saúde mental mas não esqueça de cuidar do corpo. Com a mesma importância faça exercícios regulares, cuide de sua alimentação e da qualidade do sono.

  8. E talvez a dica mais importante: NUNCA É TARDE PARA RECOMEÇAR!!


Tratamento para burnout


Vale ressaltar novamente a importância de buscar sempre um médico especializado, pois caso seja necessário, o mesmo indicará a melhor medicação para o seu caso. Havendo ou não a necessidade da utilização de medicamentos, o mais importante no tratamento é a psicoterapia.

É a psicoterapia que ajudará na identificação dos componentes que geram esse esgotamento, de forma a compreender e reelaborar cada ação através do aumento do seu repertório de respostas ou a busca pelo sentido das tarefas e realizações.


A hipnoterapia no tratamento de burnout.


Quem acompanha minhas publicações, sabe que eu sempre enfatizo que a hipnose é só uma ferramenta, não é propriamente uma terapia como algumas pessoas vendem. Bem... dito isso, preciso abrir um parêntese, pois nos casos de burnout, a ferramenta é tão poderosa que funciona quase como uma terapia.

Vou explicar melhor, só o fato de entrar em estado de hipnose (sem nenhum processo terapêutico) os sintomas de burnout normalmente desaparecem. Isso quer dizer que não é necessário utilizar nenhuma abordagem terapêutica?

Não é isso! Na hipnoterapia sempre será usada uma abordagem, mas estou enfatizando o quanto a hipnose ajuda nos casos de burnout. Os resultados normalmente surpreendem pela rapidez na assimilação. Ou seja, para mim a hipnoterapia é disparada a melhor aliada da psicoterapia na maioria dos casos de burnout.


Me conta aí... Você sabia que a hipnoterapia é altamente recomendada em casos de burnout?


Mentale Hipnoterapia


A Mentale Hipnoterapia é uma clínica de psicoterapia localizada na cidade de São Paulo. E utiliza a hipnose e PNL (Programação Neurolinguística) nos tratamentos do burnout com o intuito de auxiliar os clientes a atingirem as suas metas e objetivos.

Portanto, a hipnoterapia pode auxiliar você no tratamento da síndrome de burnout. Gostaria de saber mais?


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